quinta-feira, 3 de maio de 2012


"Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava… Não devia jamais ter fugido. Devia ter-lhe adivinhado a ternura sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas ela era jovem demais para saber amar."

Nenhum comentário:

Postar um comentário